Cuidados com o recém-nascido Desenvolvimento Filhos

O desenvolvimento do bebê em seu 1º ano de vida – mês a mês

14 de junho de 2015

Não sei quanto a vocês meninas, mas eu sempre gostei muito de buscar informações na internet! Costumo dizer que somos pessoas muito privilegiadas por conta disso! Mas digo também que devemos usar do nosso bom senso, pois, às vezes, aquilo que está escrito pode não ser legal pra nós ou para o nosso bebê! Outra coisa muito importante é saber buscar por informações em fontes que sejam realmente confiáveis e seguras. Eu sempre gostei muito de ler, de estudar e, quando me tornei mãe, responsável por um bebê totalmente dependente de mim, me senti ainda mais interessada por tudo isso! E não posso deixar de registrar que isso foi e é muito bom pra mim! Além das informações e das dicas dadas pelos grandes especialistas, também acho muito legal a troca de informações entre nós, mamães, os relatos das experiências pessoais… Enfim, eu vejo tudo isso como muito saudável! Atenção pessoal, isso não significa que a ajuda dos mais experientes não seja válida viu? Por favor, não me entendam mal!

Pois bem, hoje trago pra vocês algo que busquei muito durante o primeiro ano de vida da minha Luana! Eu estava relendo algumas anotações e achei bem interessante trazer tudo isso para o blog! Com certeza vai ser bastante válido pra quem está com um bebê em casa! São dicas e cuidados com o bebê desde o seu nascimento até a idade de 1 ano, juntamente com a minha experiência em relação aos cuidados com a minha pequena! Que tal dar uma olhadinha? Vamos lá:

Recém-nascido – O recém-nascido tem a visão muito pouco desenvolvida. Ele enxerga tudo embaçado, e assim se sente atraído apenas por cores e movimentos. Já a audição é bem definida, uma vez que o feto ouve a voz da mãe desde o quinto mês de gestação, por isso, logo nos três primeiros dias após o nascimento, o recém-nascido já pode reconhecê-la. Neste primeiro mês, o bebê praticamente dorme e mama. Nesta fase procure enviar para o seu bebê palavras positivas, bem pertinho do seu ouvido! Ele ainda não é capaz de entendê-las, mas elas ficam registradas em seu subconsciente. Eu particularmente fazia muito isso! E não só porque havia lido nos livros, mas também porque esse foi um ensinamento da minha mãe! Já disse uma vez que fiquei muito emocionada quando, logo nos primeiros dias de vida da Luana, ao colocar pra ela uma música que sempre colocava quando ela ainda estava na minha barriga, percebi uma diferença em seu comportamento! Ela mexeu a cabecinha e movimentou seus olhos procurando pela música! Foi realmente muito gostoso ver que ela reconheceu a melodia e gostou daquilo!

1 mês – O bebê já é capaz de reconhecer os mais próximos. A visão está cada vez mais desenvolvida. O pescoço vai ficando mais durinho, e ele consegue virar a cabeça quando ouve uma voz conhecida, por exemplo. As cólicas podem surgir e nesta fase a mamãe deve estar bem atenta a sua alimentação! Especialistas alertam para o não consumo de alimentos gordurosos, leite e derivados. Eu buscava comer coisas nutritivas e saudáveis, como faço até hoje. Luana teve episódios de cólica, mas não foram muitos e não eram cólicas que a deixassem chorando por longos períodos! Me lembro da fazer compressas quentes e medicar por umas duas vezes ou três vezes! (sob a conduta do pediatra). Logo após a medicação ela já se sentia mais calma!

2 meses – O bebê descobre as suas mãozinhas e começa a agarrar os objetos, levando-os até a boca! E ainda, começa a descobrir o som da própria voz. Nesta fase é muito importante ter cuidados com peças pequenas, pois ele pode levá-las à boca! Os brinquedinhos devem ser macios para que ele não se machuque. Essa fase em especial me marcou bastante! Foi quando demos a chupeta pra Luana, contra a nossa vontade! Luana mamava no peito e, mesmo já estando saciada, ainda sentia a necessidade de sugar! O fato é que se acalmava somente se estivesse em meu peito e aí acabava ingerindo uma grande quantidade de leite e acabava vomitando! A chupeta resolveu esse problema, uma vez que, ao largar o peito após a mamada, eu lhe dava a chupeta e ela ficava super tranquila!

3 meses – O bebê pode descobrir seus pezinhos e também pode conseguir dormir a noite inteira. Durante o dia pode ficar mais ativo e, um detalhe importante, não gosta de ficar sozinho. Começa a acompanhar os objetos visualmente e tenta pegar o que lhe interessa. Segundo especialistas, falar com ele bem de pertinho pode ajudar a estimular a fala. Eu sempre fui muito falante! E talvez por isso hoje Luana é uma tagarela! rsrs! Sempre dizia a ela tudo o que estava fazendo, por exemplo: “filha, mamãe vai preparar o seu banho! Você vai tomar um banho bem quentinho agora!” “filha, mamãe vai trocar a sua fraldinha, ok?” E por aí vai! Eu considero isso muito importante!

Minha bebê em seus quase 4 meses de idade

4 meses – Sua musculatura já está mais desenvolvida e ele pode levar os pés à boca. Neste período, você pode colocá-lo no chão, sobre uma manta, por exemplo, e fazer com que ele role de um lado para o outro. Ele vai adorar! Eu fazia isso! Muito estímulo desde cedo! Acho bem legal também! Nessa idade de 4 meses, Luana passou a dormir a noite toda!

5 meses – A audição do bebê está bem desenvolvida nesta fase e ele é capaz de reconhecer o próprio nome. Cantar e bater palma são ótimas opções para distraí-lo. Com a minha Luana, aos cinco meses, começaram a surgir os primeiros dentinhos! Mas isso não é regra viu gente? Eles podem aparecer tanto no 3º mês quanto no 12º mês – depende de cada criança!

Luana e seus 6 meses de vida

6 meses – Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, no sexto mês o bebê já pode começar gradativamente a ingerir outros alimentos, como frutas, legumes, verduras e cereais, além do leite materno. Iniciei com as frutas, aos seis meses e meio e com as “papinhas salgadas” aos 7 meses!

7 meses – Seus ossos e musculatura já estão mais rígidos e ele já pode se sentar sozinho. Nesta fase, o bebê pode ter episódios de constipação intestinal, por conta da introdução de novos alimentos no mês anterior. Uma dica dos especialistas é que o leite materno seja misturado às frutas para deixá-lo melhor. Eu não me lembro de ter tido problemas assim com a Luana! Se tive, foi bem pouco!

8 meses – O “não” já pode ser falado ao bebê. É comum ele parar de fazer algo quando alguém o repreende. Deixar o bebê sentado e rodeado de brinquedos é uma excelente atividade nesta fase. Eu comecei a fazer isso um pouquinho antes dos 8 meses e era uma atividade que ela gostava muito.

Luana ??

9 meses – Época de um quadro muito comum e esperado na pediatria: a angústia da separação. É neste período que o bebê compreende que é um ser separado da mãe. Choros noturnos podem acontecer e estão relacionados ao medo que a criança sente ao acordar e pensar que a mãe pode não voltar mais. Engatinhar é uma grande novidade. Importante ter cuidado com as tomadas, quinas de mesas, escadas… O bebê não tem noção de perigo. Aos nove meses e meio de Luana voltei ao meu trabalho e, graças à Deus, não notei mudanças no comportamento dela! Luana tem uma babá, a qual costumo chamar de meu “anjinho sem asas”, que está comigo desde a minha gravidez! Como fiquei durante muito tempo em casa, ela pôde me acompanhar nos cuidados com a Luana durante todo esse tempo e isso foi muito bom! Fizemos de tudo pra que a rotina dela não fosse mexida com a minha saída e conseguimos… Claro que existem fases difíceis, principalmente por agora, quando já está maiorzinha e já tem uma maior capacidade de compreensão (entende que vou estar fora durante uma boa parte do dia), mas nada que a gente não vá tentando consertar e melhorar aqui e ali! Somos mães, e por isso, somos capazes!

10 meses – Um apego a um bichinho de pelúcia, a um determinado pano ou a um brinquedo são bem comuns. Esses objetos estão associados à figura materna. A criança passa a carregar o objeto consigo, “mantendo a mãe sempre pertinho” quando ele está mais ansioso. Por aqui, a fraldinha de pano reina! haha! Até hoje! Ela pede, a enrola nos dedinhos e fica agarradinha com ela!

11 meses – Ele se apoia em todos os lugares possíveis: na poltrona, na mesinha, na cadeira. É comum a cena em que ele consegue se erguer, mas como ainda não desenvolveu o equilíbrio, cai de bumbum no chão. Dica do especialista – a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso do andador. Depois que conseguir caminhar, o bebê pode cair com mais frequência, porque o uso do andador não permite a ele desenvolver a musculatura das pernas de maneira adequada. Aqui não tivemos andador de forma alguma! Já nessa fase começou a dar os primeiros passinhos e bem na véspera do aniversário de 1 ano começou a andar…

1 ano – Os primeiros passos! As primeiras palavras! Agora começa uma nova etapa de desenvolvimento, com mais autonomia e capacidade de comunicação. Com a minha Luana, as primeiras palavras vieram bem antes do seu 1º aninho! Eu já disse que ela é uma tagarela né gente?! Hoje com 2 anos, forma muitas frases e tem um vocabulário bem rico para a sua idade!

Meu Deus, parabéns pra quem chegou até aqui! Texto enorme né pessoal? E olha que isso é um resumo bem superficial de tudo o que eu li durante o primeiro ano da minha filha! Espero que tenha sido válido ok? As fontes utilizadas foram da Dra. Ana Escobar, pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo; Dr. Carlos Corrêa, pediatra, neonatologista e avaliador da iniciativa “Hospital Amigo da Criança” pelo Ministério da Saúde; Dra. Cylmara Gargalak Aziz, pediatra do Hospital São Luiz; Dr. Leonardo Posternak, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein.

E por aí? Alguma coisa interessante que eu não tenha citado? Com certeza deve haver sim, conta aqui pra gente!

Beijinhos,

Tati Carvalho

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